setembro.

setembro é um bom mês. ele já tem um feriado logo nos primeiros dias. feriados quase sempre são bons porque eles significam uma coisa: casa, lar, o lugar onde quero estar, onde o coração mora, onde quase não há tristeza, enfim, vocês sacaram o significado…

então, no começo de setembro, eu vim para casa, que é onde minha vida acontece de verdade – em recife eu vivo em hold, esperando o dia de voltar a viver. dizem que não existe vida durante a medicina, para mim, quase não há vida durante recife. espero conseguir mudar isso algum dia, trabalho para isso. e, alguns dias, inclusive no penúltimo dia do mês anterior a esse e no primeiro dia de setembro, eu consegui uma quase vida com uns dos poucos amigos de recife, através do grande integrador universal chamado álcool etílico, a famosa birita. mas isso foi lá. falemos de cá.

o feriado começou bem, uma ida à praia, um encontro com a garota do tcc, que ainda era somente isso, mas que eu trabalhava para que se tornasse mais – e se tornou, apesar de ela dizer que não queria nada sério. ela deve ter visto que eu sou um achado e que não encontraria nenhum outro como eu (ahaha, a quem estou enganando? eu não entendo como ela está comigo e me sinto imensamente sortudo por isso, mas essas declarações não devem vir agora porque ela ainda não me queria tanto assim.) então, ele continuou bem, com amigos e risadas e alegrias e aventuras.

aí veio o fim do módulo, a prova e todas essas coisas. até que chegou aquela que viria para mudar todo o segundo semestre desse ano, a maldita e indesejada: amigdalite bacteriana multiresistente (também conhecida como amigdalite da boba da peste ou putaquepariuquedor). ela veio faltando oito dias para o show do beirut (onde eu fiz algumas idioticeses e sofri de febre e dor). eu resisti e não dormi e não comi por três dias, mas depois de muita dor, não agüentei e me rendi. resolvi procurar um médico, para ele fazer algum milagre na minha garganta, porque doía simplesmente estar lá. então minha mãe foi à cidade, me levou de volta para casa, me curou com os remédios que o médico passou e eu pude voltar para terminar de estudar, já que eu não tinha estudado absolutamente nada do que eu deveria para a prova que logo chegaria.

mas a maldita amigdalite voltará a aparecer logo e trará alguns estragos…

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